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Cinco casais que representaram a comunidade LGBTQIA+ nas telinhas

A comunidade LGBTQIA+ vem sendo representada cada vez mais na telinha. Seja em novelas, filmes ou séries, é difícil a produção que não tenha pelo menos um personagem que represente a comunidade. Antes, muitas vezes esses personagens vinham apenas para ser alívio cômico nas produções, mas isso também mudou com o tempo, e esses personagens começaram a ser desenvolvidos de forma mais complexa.

Com isso, vou listar aqui cinco casais de novelas e séries que nos representaram muito bem e que me marcaram de alguma forma. 

BRIAN E JUSTIN | QUEER AS FOLK

Até hoje não assisti nenhuma série que representou tanto a comunidade como Queer as Folk. Uma série sem pudor que mostrou todas as alegrias e tristezas de ser uma pessoa LGBTQIA+. Além da história, conhecemos o casal Brian e Justin, um casal fora do comum cheio de defeitos, mas que era impossível não torcer a favor. Com altos e baixos, foi incrível acompanhar a história do casal e todo o amadurecimento de ambos.


LUCCINO E OTÁVIO | ORGULHO E PAIXÃO

O casal interpretado por Pedro Henrique Muller e Juliano Laham foi outro que quebrou alguns tabus. Antes, era muito difícil assistir uma trama de época ter um casal homoafetivo por medo da rejeição, mas em Orgulho e Paixão tivemos um grande avanço e fomos apresentados ao casal que foi construído com muito cuidado e delicadeza, e teve até beijo. 


VICTOR E BENJI | LOVE, VICTOR 

Série da Hulu, a série aborda a descoberta de um garoto criado por uma família religiosa descobrindo a sua sexualidade ao mesmo tempo que precisa entender seus sentimentos pelo colega de trabalho. Victor e Benji tem um bom desenvolvimento e o romance flui no decorrer dos episódios das duas temporadas já disponíveis, por tanto, não é nada como um conto de fadas, aqui temos os altos e baixos de qualquer relação adolescente cheio de incertezas e dúvidas.


MARINA E CLARA | EM FAMÍLIA

Última novela de Manoel Carlos no horário nobre, Em Família trouxe Clara e Marina como duas mulheres que se envolvem em determinado momento da história. Clara, mulher de Cadu e mãe de um filho, vive uma crise em seu relacionamento de anos, e acaba por decidir se separar para viver seu amor. As chances do público virar as costas para essa trama era grande, mas o público se encantou pelo casal e as duas foram o grande destaque da trama. 


LUKAS E PHILLIP | EYEWITNESS

Eyewitness não é uma série muito conhecida, e isso é triste. A série tem como protagonistas dois adolescentes que mantém uma relação secreta. Por tanto, após serem testemunhas de três assassinatos, eles entendem que suas vidas estão interligadas para sempre e não tem mais como manter a relação escondida por muito tempo. A série é composta por dez episódios, e o melhor é que mesmo cancelada precocemente, ela possui um final fechado pois foi projetada para ser uma antologia, possuindo uma história diferente para cada temporada. Se você não assistiu, corre. 


E pra você, qual o casal LGBTQIA+ mais te marcou? Deixe nos comentários!

Segundo ano de 'Love, Victor' aposta no desenvolvimento de seus personagens e emociona

A primeira temporada de Love, Victor foi boa, mas ao terminarmos a segunda conseguimos ver o salto que a série deu de um ano para o outro, e o quanto essa evolução foi importante para o show. 



Love, Victor estreou apresentando um protagonista em dúvida sobre sua sexualidade, e terminou seu primeiro ano com ele assumindo aos pais quem ele realmente era, e com isso, ficou muito drama para o segundo ano, e com isso, a série abordou a homossexualidade de forma honesta, já que o drama com sua mãe, durante a temporada, deve ter representado milhares de jovens por aí.

Além disso, apesar de ela ser uma personagem e causar um certo ódio em quem está assistindo, podemos também nos colocar em seu lugar, e uma das cenas mais emocionantes da segunda temporada é exatamente aquela em que ela defende o filho e se afasta da igreja em que fazia parte, seguido de uma conversa honesta com seu filho. Sem dúvidas, além de todos os dramas, essa relação e desenvolvimento foi muito importante.

Além disso, aqui também tivemos o desenvolvimento de Benji e Victor, que precisou lidar com a descoberta de todo o colégio sobre seu namoro ao mesmo tempo que todos deduziam o motivo do seu término com Mia - outra que foi ganhando destaque durante a temporada. Nós sabemos que adolescentes podem ser cruéis, e de alguma maneira, isso foi mostrado nessa temporada. 

Outro ponto positivo foi o desenvolvimento e drama de Felix, um dos personagens favoritos desde a primeira temporada. Infelizmente a temporada termina com Felix decidindo ir por um outro caminho e se afastando de Lake, por tanto, acredito que esse término seja mais positivo para ela do que para Felix, já que não sei muito o que essa relação pode trazer de positivo para o futuro do personagem, enquanto vimos que os roteiristas deixaram um gancho sobre Lake ser bissexual em uma possível terceira temporada, e isso vai ser muito interessante acompanhar.

Para finalizar, outro ponto positivo foi Rahim, personagem que foi crescendo durante a temporada e acabou tendo tanto destaque quanto o protagonista. Por tanto, apesar de servir para trazer um conflito para o casal Victor e Benji, não curto isso de sempre que o protagonista se aproxima de alguém, esse alguém acaba apaixonado - e isso é em tudo que é série ou novela - e infelizmente, isso prejudica o desenvolvimento da linda amizade que ele e Victor estavam construindo. E com isso, deixo minha opinião sobre a cena final da temporada. Orando que seja Benji. E orando também para que tenha uma terceira temporada.

Cinco casais que representaram a comunidade LGBTQIA+ nas telinhas

Hoje, 28 de junho, é o dia do Orgulho LGBTQI+, e por isso venho citar dez casais de novelas/séries da comunidade para torcermos. Seja de produções atuais ou não, o intuito é comemorarmos esse dia lembrando personagens que nos representam no meio de tanta heteronormatividade. 

BRIAN E JUSTIN (Queer as Folk)


Queer as Folk foi uma série que levantou todas as bandeiras LGBTQI+ através dos personagens. Falou, de maneira polêmica, sobre todos os pré-conceitos que nós da comunidade sofremos. E além disso, nos apresentou Justin (Randy Harrison) e Brian (Gale Harold), um casal fora do normal para torcermos. Na minha opinião, até hoje nenhuma série conseguiu se aprofundar tanto na temática quanto essa.

LUCCINO E OTÁVIO (Orgulho e Paixão)


Casal da novela das seis da Rede Globo, Otávio (Pedro Henrique Muller) e Luccino (Juliano Laham) conquistaram a torcida do público. A novela de época construiu muito bem a história dos dois, e isso fez toda a diferença. Até ontem, uma história entre dois homens no horário das seis ia gerar grande polêmica, e talvez até tenha causado um barulhinho, mas a forma como foi apresentada fez toda a diferença. 

VICTOR E BENJI (Love, Victor)


Recém estreada, Love, Victor é um spin-off do filme Love, Simon. A série aborda de maneira leve a descoberta de um jovem gay que vem de uma família religiosa. Ele até tenta ser o que os pais esperam dele, mas tudo muda quando ele conhece Benji, um colega do colégio, e se encanta por ele.

CLARA e MARINA (Em Família)


Última novela de Manoel Carlos no horário nobre, Em Família trouxe Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller) como duas mulheres que se envolvem em determinado momento da história. Clara, mãe de um filho e casada com Cadu (Reynaldo Gianecchinni). As chances de o público dar as costas para essa história eram grandes, mas acabou que o casal se tornou um dos favoritos do público - e ambas tiveram um lindo final feliz.

LUKAS E PHILLIP (Eyewitness)


Eyewitness não é uma série muito conhecida, e isso é triste. A série tem como protagonistas dois adolescentes que mantém uma relação secreta. Por tanto, após serem testemunha de três assassinatos, eles entendem que suas vidas estão interligadas para sempre e não tem mais como esconder. A série é composta por dez episódios, e o melhor é que mesmo cancelada precocemente, ela possui um final pois foi projetada para ser uma antologia, possuindo uma história diferente para cada temporada. Se você não assistiu, corre. Vale a maratona!

O seu favorito não está na lista? Deixe nos comentários!

Love, Victor | Primeiras Impressões



O filme cumpriu seu papel, e a série veio para dar continuidade naquela história. E eu fiquei bem feliz em saber que essa continuidade aconteceria sem ser baseada na história central do filme, e sim passar apenas no mesmo universo. 

Me surpreendeu nesse primeiro episódio, a conexão entre as duas obras. Achei muito interessante como isso foi introduzido, e o primeiro episódio serviu bem para conhecermos esses novos personagens sem saber muito bem o que vem pela frente - mesmo a série sendo aquele clichê que amamos.

A primeira impressão é que tem atores muito bons, mas também tem muito o que melhorar. Principalmente o protagonista que parece estar um pouco tímido em cena, por tanto, isso pode fazer parte da construção do personagem e vamos ter certeza mais pra frente. 

Love, Victor veio para representar toda a comunidade LGBTQI+ que adora um clichê para chamar de seu. E eu realmente espero que além do romance, eles aprofundem melhor seus temas e consiga passar uma mensagem de amor e empatia ao próximo. Eu estarei daqui acompanhando, e volto a qualquer momento para falar sobre.
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